CONSELHO DELIBERATIVO
Candidatos

Wilson Emílio da Silva

WILSON EMÍLIO DA SILVA, Telefone: 3414-2824, 3272-3186, 8148-3637
email:
wilson.emilio@bcb.gov.br; Endereço: SQN-105 Bloco K Apto. 204 – Asa Norte; Brasília-DF; CEP: 70734-110; Data de nascimento: 22/09/53; Estado civil: casado; Naturalidade: Itajaí – SC; Nacionalidade: brasileira; Identidade: 1 968 635 - SSP-DF – Data de expedição: 26/05/97

CURRÍCULO:

- Graduação: Engenharia Elétrica – Universidade Federal de Santa Maria – UFSM – Santa Maria – RS. Período: 1976 a 1980

- Pós-Graduação: Contabilidade e Auditoria – Convênio Bacen/UNB – Universidade de Brasília. Período: 2001 a 2002.

- Graduação: Direito – UFSM e UFAL (Universidade Federal de Alagoas) – curso interrompido após cursados 4 semestres (24 disciplinas vencidas). Período:1982 a 1983

- Posse no Bacen: 1992, na Debra/Refis (Proagro)

PROPOSTAS

1 - Na condição de representante, assumo o compromisso de receber demandas/sugestões dos participantes e após breve análise juntamente com o interessado quanto a viabilidade técnica e jurídica de seu pleito, submeter à apreciação do conselho com o empenho necessário para sua aprovação;

 2 - Contribuir para a maior transparência das ações da Fundação, mediante a máxima divulgação de seus feitos e planos. No portal da Centrus já há muita divulgação de suas ações, mas entendo que o conselheiro dos participantes pode divulgar mais dados via mensagens eletrônicas, utilizando principalmente nossas redes informais;

3 - Gestões para implementação de novos planos de previdência que possam contemplar os atuais participantes e os novos servidores do Banco. Ainda que não possamos contar com o patrocínio do Bacen, acredito que a Centrus poderia abrir planos de previdência complementar para os atuais participantes e os novos servidores do Banco, o que evitaria que nosso salário de aposentadoria dependesse única e exclusivamente do humor do governo de plantão;

4 - Zelar para que sempre sejam observadas as melhores práticas na aplicação dos recursos, conforme estabelece a Resolução Nº 13, de 01/10/2004, do Conselho de Gestão da Previdência Complementar – CGPC; e

5 - Reativação dos financiamentos e empréstimos para os participantes. A exemplo do que foi feito recentemente com a repactuação dos financiamentos imobiliários, entendo que a Centrus deva conceder financiamentos e empréstimos aos participantes cobrando a menor taxa de juros possível (apenas o mínimo para cumprir a meta atuarial.     

 

Cid Jorge Haui

CID JORGE HAUI, economista e pós-graduado, único candidato aposentado ao Conselho Deliberativo da CENTRUS, na vaga do RJU.

Como premissa, devo dizer que o principal compromisso de quem se candidata é não mentir e nem se atribuir méritos pelo que não fez. Muito menos vender ilusão aos colegas. Por esta razão, coloco à disposição, a documentação comprobatória de tudo o que estou declarando aqui.

Você aposentado, certamente, conhece meu currículo e minha atuação à frente da ABACE, entidade padrão que tenho a honra de presidir há 5 anos, e sabe o quanto tenho realizado.

Cito, por serem emblemáticas: a luta tenaz que culminou com a assinatura do convênio com a CASSI e a pacificação do presente processo eleitoral junto à CENTRUS (primeiro ato como presidente da FENABACEN), junto com o esforço de outras pessoas e entidades.

Essa capacidade de lutar por dias melhores para todos, me faz rejeitar o título de inativo, que somente no idioma português é sinônimo de aposentado. Em outros idiomas o aposentado é conhecido como jubilado, que vem de júbilo: grande contentamento.

Chamo atenção para o fato de que esta é uma eleição individual e não corporativa. Nenhum compromisso sindical ou associativo deve suplantar o voto consciente.

Tenho participado, há alguns anos, dos estudos e debates, que objetivam resgatar a CENTRUS para todos.

 Afirmo que:

(1) O resgate do plano de previdência complementar é viável com o aproveitamento dos chamados 2/3, que estão se esvaindo; 50% do superávit da CENTRUS (parcela que corresponde ao patrocinador); contribuição patronal paritária e a CPSS.

(2) Hoje, há impedimentos legais a serem removidos, como a Emenda Constitucional nº. 41. A principal atitude é a de rejeitar, como o fez o PODER JUDICIÁRIO, a idéia do abominável FUNDÃO. A questão se resolve no LEGISLATIVO e é lá que temos trabalhado.

(3) Os empréstimos pessoais e os financiamentos imobiliários só se tornarão possíveis com o resgate da CENTRUS para o RJU.

Defendo:

(1) A implementação do plano de Contribuição Definida, que é interessante, apenas como plano suplementar e não como substituto do plano de previdência complementar.

(2) O resgate do passivo da CENTRUS, que inclui a devolução do imposto de renda, bi-tributado quando da devolução da fração patrimonial e a revisão dos valores repassados pela PREVI, quando da transposição para RJU.

(3) A continuação dos estudos por parte do Grupo de Trabalho, objetivando oferecer alternativas viáveis para um grande grupo de mutuários, para os quais as novas regras relativas à repactuação dos financiamentos imobiliários foram inócuas, inclusive quanto aos contratos com a PREVI.

(4) Audiências públicas e assembléias, com a participação de assistidos, participantes e patrocinador.

É por todas essas razoes que eu espero e peço o seu voto, para dar continuidade aos trabalhos em prol de toda a comunidade do Banco Central.

Muito obrigado. Cid Jorge Haui
 

Vicente Fialkoski  

VICENTE FIALKOSKI é natural do Paraná. Com 51 anos de idade, é casado, pai de 3 filhas e avô. Está no Bacen desde 1977. É formado e pós-graduado em Ciências Contábeis, com MBA em Previdência e Gestão de Fundos de Pensão. Trabalhou nas seguintes unidades do Banco: DEPEC, DECUR, DEMAP, DECAM, DEINF, DEASF, DEDIP. Há 10 anos está lotado na PGBC, exercendo atualmente a função de Coordenador de Registro e Controle Financeiro da Dívida Ativa na GECON. Foi diretor da AFBC, de 1986 a 1988, e Delegado Sindical pelo DEINF, em 1989. Atuou na ASBAC Brasília, de 1995 a 2001, na função de Diretor de Esportes, Membro, Vice-Presidente, Presidente do Conselho de Administração e Diretor-Presidente. Há 7 anos é membro do Conselho Deliberativo da CENTRUS.  

NA CENTRUS

À frente da Fundação, muito fez. Os números não deixam dúvidas. Do déficit no Plano de Benefícios de R$ 178 milhões, passou-se para o superávit de R$ 3,5 bilhões. Mudou-se a tábua atuarial, da AT49 para AT2000, a mais conservadora, para dar sobrevida à massa de beneficiários em mais 5 anos. Reduziu-se a contribuição de 15% para 5% com perspectiva de zerá-la. Aumentou-se a pensão em 10% e se criou um benefício previdenciário não programado (14º salário), pendentes de aprovação do patrocinador. Essas mudanças consumiram recursos da ordem de R$ 500 milhões, já deduzidos do superávit, no passado. Recentemente, apresentou-se solução bem razoável para o financiamento imobiliário, que beneficia a maioria dos 2.400 mutuários. O patrimônio da Centrus é de R$ 9,2 bilhões. A rentabilidade nos últimos 12 meses é de 29,85%.

PLATAFORMA

Por tudo isso Fialkoski pleiteia a recondução para um mandato de dois anos. É defensor ferrenho de uma Centrus para todos, pois acredita que a Centrus, fundação de direito privado, é, ainda, o grande patrimônio social da comunidade baceniana. A complementação do benefício de aposentadoria, a volta de financiamentos imobiliários e de empréstimos pessoais são suas principais bandeiras que poderão ser hasteadas com o retorno do status quo, pela regulamentação final da EC 41/2003, garantindo a perenização da Fundação. É filiado ao SINAL, essa sólida, combativa e democrática entidade, que abre um importante espaço para que o participante e assistido da Centrus possam avaliar os candidatos e suas propostas.

Pelos resultados apresentados, e clareza dos desafios a serem enfrentados, conto com seu voto. Um forte abraço. Vicente Fialkoski

Candidato à reeleição a membro do Conselho Deliberativo da Centrus, vaga dos participantes.
 

Paulo de Tarso Galarça Calovi  

PAULO DE TARSO GALARÇA CALOVI, é natural de Alegrete (RS), reside atualmente em Brasília -DF),  é Funcionário Público Federal lotado no Banco Central do Brasil, desde 24.05.1977 na função de Analista, atualmente cedido ao Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central – SINAL, formação Superior em Ciências Contábeis. 

Principais Funções Exercidas: 

- Escriturário da União dos Funcionários Municipais do RGS – 1972 a 1975
- Auxiliar de Escrita do Banco do Brasil S/A – 1975 a 1977
- Analista do Banco Central do Brasil – desde 1977
- Diretor Regional da ASBAC – Porto Alegre (RS) – 1980 a 1986
- Presidente da ASBAC Nacional – Brasília (DF) – 1986 a1992
- Presidente do Conselho de Administração da ASBAC – Brasília (DF) 1992 a 1995
- Presidente do Conselho Regional do Sinal – Brasília (DF) – desde 2003
- Diretor de Relações Externas do SINAL Nacional – Brasília (DF) - 2003 a 2007

- Diretor de Relações Intersindicais do SINAL Nacional – Brasília (DF) – 2007

Contato: Telefone: (61) 32243417; Celular: (61) 81239125 ou E-mail: calovi@sinal.org.brELEIÇÕES CENTRUS – POR QUE CALOVI?

Candidato a uma vaga, destinada aos participantes, no Conselho Deliberativo da CENTRUS apresentamos aos nossos colegas as propostas que pretendemos lutar caso venhamos a ser merecedores da sua confiança.

TRANSPARÊNCIAJulgamos de fundamental importância que os participantes da CENTRUS saibam o que ocorre em nossa Fundação e como votam seus representantes. Nesse sentido, pretendemos divulgar, previamente, a todos participantes, a pauta das reuniões do Conselho e após sua realização, informar as deliberações do colegiado e como votamos em cada assunto tratado.

MANUTENÇÃO E REATIVAÇÃO DA CENTRUS PARA TODOS Pretendemos lutar pelo retorno a CENTRUS, mediante opção individual, de todos os servidores do BACEN, regidos pelo RJU, ativos e inativos. Seguramente a batalha mais difícil que iremos enfrentar face às restrições governamentais e aos dispositivos da Emenda Constitucional 41. Para que se tenha uma idéia das dificuldades que enfrentamos para o retorno a condição de assistidos pela CENTRUS faz-se necessário uma emenda a nossa constituição. O projeto do Executivo regulamentando a EC 41 (Fundão) ainda não foi remetido ao Congresso, por isso entendemos, embora as remotas possibilidades de sucesso, que vale a pena lutar, notadamente, por existirem outras entidades em situação similar a nossa.

 PREVIDÊNCIA SUPLEMENTARDiante das dificuldades de nosso retorno a condição de assistidos pela CENTRUS, é necessário que lutemos pela implementação imediata, pela CENTRUS, de um plano de previdência suplementar, na modalidade de contribuição definida, como previsto no art. 14, parágrafo 3, inciso IV, da Lei 9650/98. Tal plano abrigaria não só os atuais participantes da CENTRUS, mas também todos aqueles que ingressaram no BACEN após nossa transposição para o RJU. Como vantagem em relação aos demais planos do mercado podemos citar: segurança e profissionalismo na gestão do plano, baixo taxa de administração, rentabilidade integral para os participantes e assento no Conselho Deliberativo.

MAIS BENEFÍCIOS PARA TODOSDesde que sejam observados os critérios atuariais e de rentabilidade não há impedimentos para que nossa fundação retome a concessão de financiamento imobiliário e empréstimo pessoal aos participantes não assistidos. Quanto ao empréstimo pessoal vale registrar que o funcionalismo está à mercê da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil que, tendo uma espécie de reserva de mercado, nos cobram taxas superiores às praticadas para outros órgãos na modalidade de empréstimo consignado. Além disso, a CENTRUS teria a mesma garantia da Caixa e do Banco do Brasil, pois as prestações seriam cobradas mediante consignação em folha de pagamento.

São estas as linhas gerais da nossa campanha e podemos assegurar a nossos colegas que não nos faltará coragem, vontade de luta e determinação na defesa dos interesses de todos participantes da CENTRUS. Esperamos contar com seu voto.        

 

Renato Jansson Rosek

RENATO JANSSON ROSEK,  Experiência no BCB: 1992/94: atuação na apuração de ilícitos cambiais; 1995-2006: Chefe de Mesa, Chefe de Divisão e Chefe Adjunto do Depin, responsável pela sala de operações; desde 2006: Gerente-executivo na Gerência Executiva de Relacionamento com Investidores.

e-mail:
renato.jansson@bcb.gov.br 

CENTRUS - Renovação, Transparência e Capacidade: Proposta de Renato Jansson Rosek (Conselho Deliberativo)
 

1-) CENTRUS - Opção para Todos: resgate da Centrus como alternativa viável de complementação para a aposentadoria dos servidores do Banco Central do Brasil. O "fundão" é uma ameaça real, assim como futuras reformas previdenciárias que prejudiquem ainda mais nossa aposentadoria;

- as perspectivas para a Regulamentação da Emenda Complementar 41 ainda são nebulosas. Há grande resistência no Legislativo e Judiciário em relação à existência de um único fundo de previdência para os 3 poderes, ou seja, tudo indica que as discussões serão intensas no Congresso, sendo provável a ocorrência de uma janela de oportunidade para a plena reativação da Centrus, com retomada das contribuições do Banco Central;

- dentre as alternativas que poderiam ser implementadas, está a utilização das contribuições patronais não devolvidas por ocasião de nosso ingresso no RJU (2/3), que poderiam reverter a um plano de contribuição definida;

- a idéia de um único fundo sem possibilidade de acompanhamento mais próximo pelos participantes - com grande probabilidade  de prevalência dos critérios políticos em detrimento dos critérios técnicos na aplicação dos recursos - prenuncia que o "Fundão" apresentará grande fragilidade nos aspectos de governança corporativa e de eficiência no processo de investimento. O resultado provavelmente será uma performance de investimento insatisfatória, o que significa que, mesmo sem as contribuições patronais, a complementação de aposentadoria pela Centrus pode ser uma alternativa melhor; 

- nesse contexto, pretendo lutar para a implementação imediata do Plano de Contribuição Definida, previsto desde a Lei 9650/98, que regulamentou nossa transposição ao RJU. 

2-) Reativação dos benefícios (financiamento imobiliário e empréstimo pessoal), para o pessoal do RJU. Acredito que possamos implementar alternativas que sejam interessantes para os servidores, e que também satisfaçam as necessidades atuariais/financeiras da CENTRUS;

- Apesar da recente turbulência financeira, com a consolidação da estabilidade econômica, nos próximos anos, são boas as perspectivas de continuidade da trajetória de queda dos juros nominais e reais, com alongamento de prazos para os financiamentos. Os financiamentos imobiliários, se bem estruturados, podem ser um ótimo negócio tanto para a Fundação,  como para os participantes; 

- O mesmo se aplica aos Empréstimos Pessoais.

3-) Fortalecimento da Governança Corporativa e do Processo de Investimento da CENTRUS, aproveitando a experiência e conhecimento acumulados em 11 anos de Depin, como responsável pela área de operações, e na Gerência de Relacionamento com Investidores (Gerin); 

- As decisões sobre a Política de Investimento e sobre Aplicações devem ser norteadas por princípios eminentemente técnicos. Nesse sentido, minha experiência anterior credencia-me a contribuir nas discussões e deliberações sobre a escolha das classes de ativos e percentual de alocação de recursos entre elas que otimize o rendimento, no longo prazo, da carteira de aplicações da CENTRUS; 

- Também pretendo lutar para o aperfeiçoamento do processo de investimento, pela implantação de controles adequados e observância dos princípios da boa governança corporativa na gestão de recursos pela CENTRUS. 

4-) Relação transparente com os servidores e suas entidades representativas, mantendo-os informados sobre os desenvolvimentos e perspectivas da Centrus.

- É essencial que o representante eleito pelos participantes tenha uma noção clara sobre a natureza de seu mandato. A ação do conselheiro eleito deve se pautar pelo foco no interesse dos participantes, respeitados os limites da legalidade.

- Pretendo manter os servidores informados sobre a pauta das reuniões do Conselho e sobre suas deliberações, assim como a forma em que o representante eleito votou nas questões de interesse ao funcionalismo;

- Farei esforços também para que, na área exclusiva para os participantes , no site da fundação, seja viabilizado um canal de contato permanente de comunicação entre os Conselheiros e os participantes.     

 

CONSELHO DELIBERATIVO
Candidatos Assistidos
 

Walter Gomes de Oliveira  

WALTER GOMES DE OLIVEIRA, se apresenta a todos os aposentados e pensionistas como candidato dos CELETISTAS, ao CONSELHO DELIBERATIVO.

QUERO SER ELEITO PARA:

1 - Propor alternativas viáveis, com observância da Lei e adequações estatutárias, para implantação da melhoria dos benefícios, além daquelas já propostas e em curso de apreciação pelo Patrocinador, não só em função do superávit livre que hoje se verifica, como pela revisão de parâmetros já estabelecidos, principalmente o de reajuste anual dos benefícios.

2 - Estudar e acompanhar com afinco o contexto e a evolução da Previdência Complementar, não só na esfera do Executivo, como também no âmbito Legislativo, com o objetivo de prestar sempre o melhor e mais eficiente serviço à Entidade e aos seus Assistidos. 

3 - Manter sistemático contato com a Comunidade de Aposentados e Pensionistas, principalmente suas Associações, por todos os meios de comunicação, não só para informá-los sobre as atividades da Fundação no geral e andamento de processos, como para sentir as suas aspirações e ouvir sugestões que possam ser úteis ao bom desempenho da função e à melhoria da eficácia da assistência previdenciária. 

4 - Interagir com seus pares de Colegiado de forma independente, aberta e desprendida, porém, sem confrontos caprichosos ou atitudes radicais, ressentimentos ou fitos de competição, visando sempre um clima de harmonia e proficiência dos trabalhos. 

CURRÍCULO:

Nome: WALTER GOMES DE OLIVEIRA
Estado civil:
Casado.
Idade:
71 anos
Endereço
: SQS 102 – BL. “D” – AP. 205 – BRASÍLIA–DF 70330-040
E-mail
: wgomesoliveira@uol.com.br
Telefone
: (61) 3224-1446
FORMAÇÃO
: Técnico em contabilidade 

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Bancário: Ingressou, em 1957, no Banco do Brasil S. A . 

Desde o segundo ano de sua carreira desempenhou funções comissionadas em todos os setores de Agências Banco Central do Brasil - Requisitado em julho de 1973. 

Atuou sempre no Departamento de Administração Financeira – DEAFI, onde exerceu as comissões de Assistente-Técnico, Coordenador, Assessor de Chefe de Departamento e Chefe-de-Divisão, substituto. 

- ABACE – Associação Brasiliense de Aposentados do Banco Central
 

João Bosco Gomes Mendes  

JOÃO BOSCO GOMES MENDES,  Natural de Itanhandu, Minas Gerais. Aprovado em concurso público para o Banco do Brasil, iniciou sua carreira na Seção de Contas da Carteira de Câmbio e, posteriormente, requisitado para trabalhar no Gabinete do Diretor de Câmbio no Rio de janeiro. Representou a Carteira de Câmbio junto aos Grupos Executivos da Indústria de Material Aeronáutico (GEIMA) e da Indústria de Tecidos, Couros e Artefatos (GEITEC), onde permaneceu até a criação do Banco Central do Brasil. No Banco Central, exerceu as funções de Coordenador na Gerência de Câmbio, Chefe de Subdivisão e Chefe da Divisão de Produção no Departamento de Processamento de Dados em Brasília.  A convite do Diretor da Área Externa, retornou ao Departamento de Câmbio para participar do grupo de trabalho para a criação do Departamento Internacional de Operações de Câmbio (DEPIN). Exerceu por quatro anos a Chefia da Divisão de Planejamento do DECAM. Na chefia dessa divisão implantou os serviços de câmbio nas Delegacias de São Paulo (SP), Belém (PA) e Fortaleza (CE). Voltando ao Rio de Janeiro, na função comissionada de Chefe Ajunto de Departamento, coordenou os serviços de Importação e de Transportes Internacionais na antiga Delegacia Regional do Rio de Janeiro (DERJA).  É advogado militante, formado pela UERJ. Participou de vários cursos de formação profissional, destacando-se os de Comércio Exterior e Processamento de dados, ministrados pela Pontifícia Universidade Católica, de Liderologia e Relações Públicas Humanas. ministrados pelo Instituto de Relações Públicas e Humanas, Seminário Sobre Regras Bancárias e Técnicas no Comércio Internacional, dado pela International Chamber of Commerce  e, por indicação do Banco Central, participou de curso ministrado pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG). Diretor da Associação dos Antigos Funcionários do Banco Central (AAFBC) no biênio 2000/2001 e Presidente de sua  Diretoria Executiva por dois mandatos: 2002/2003 e 2006/2007. 

PLATAFORMA

Minhas propostas serão no sentido de melhorar o padrão de vida dos assistidos, sem descuidar de nossos direitos junto ao BACEN e à SPC, através de benefícios legais com base nos altos superávits acumulados por três anos consecutivos e até hoje sem a revisão do Plano de Benefícios que, embora já proposta pela atual administração da Centrus, permanece pendente de aprovação pelo BACEN e SPC, contrariando a LC 109, que obriga entidades de Previdência Privada à revisão obrigatória do mencionado Plano.

Como membro do Conselho terei como principais objetivos: acatar e estudar sugestões viáveis em favor de nossos pares; trabalhar pela igualdade do pagamento dos benefícios dos pensionistas com a dos aposentados; estudar os critérios dos adiantamentos de pecúlio estabelecidos pela Centrus; trabalhar pela aprovação dos entendimentos que já venho mantendo com a Centrus com vistas à devolução da majoração das alíquotas de contribuição que passaram de 10 para 15% no período de dez/2000 até ago/2004; estudar a criação de benefício não programado correspondente ao pagamento de mais uma remuneração mensal aos assistidos paga semestralmente, bastante justificável, considerando que somos apenas 1.609 assistidos pela Fundação que atualmente acumula um superávit técnico de cerca de 2,9 bilhões de reais e lutar sempre pela conquista de benefícios viáveis aos assistidos com empenho que possam ser levados em consideração por aquele Colegiado sem colocar em risco o patrimônio de nossa Fundação.  
 

Fernando de Oliveira Ribeiro  

FERNANDO DE OLIVEIRA RIBEIRO, sou Atuário e Contador, formado pela Faculdade Nacional de Ciências Econômicas, ingressei, em 1953, no Banco do Brasil. Cedido ao Banco Central do Brasil, em 1967, exerci a função de Assistente Técnico, na então Contadoria Geral, trabalhei, por cerca de cinco anos, na Inspetoria do Mercado de Capitais (ISMEC), ali desempenhando as funções de Subassessor e Assessor Técnico. Transferido para Brasília, em 1974, passei a integrar a equipe do Departamento de Administração de Recursos Humanos , tendo participado intensamente da criação e institucionalização de Programas essenciais ao bem estar e à segurança do funcionalismo do Banco e de suas famílias( Programa Geral de Benefício Saúde – PGBS; Programa Geral de Previdência – PGP). Fui, ainda, Auditor Geral do SERPRO, tendo efetiva participação na implantação do Sistema de Administração Financeira do Governo Federal – SIAFI.

A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR EM MINHA VIDA.

No Núcleo de Assistência ao Pessoal - Naspe, participei, nos idos de 1967, da elaboração do primeiro estudo atuarial visando à implantação de plano de complementação de benefícios para o quadro próprio de pessoal do Banco Central. Em 1975, da criação do Programa Geral de Previdência – PGP, inclusive da fase de sua transição para a criação da CENTRUS.

Fui o 1º Presidente do Conselho de Curadores da nossa Fundação, e desempenhei, ainda, a função de Diretor de Benefício, na qual destaco a aprovação do acesso de pensionistas aos empréstimos pessoais e financiamentos imobiliários.

Isso é passado. Falemos do papel que nos está reservado no futuro. O aumento de representatividade dos assistidos no Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal da CENTRUS só será válido se escolhermos os melhores candidatos. Experientes e capazes.

Candidato, nas eleições de setembro a uma das vagas do Conselho Deliberativo, estou pronto para novos desafios.

A medida básica: merecer o voto dos aposentados e pensionistas, que espero seja estendido a Franz Gomes Breitschaft (Franz) para o Conselho Deliberativo, e Gilberto Celso Silveira Munhoz (Munhoz).

Uma chapa? Não. Uma filosofia.

Quando nós procuramos promover, em bloco, nossas candidaturas, o fizemos na certeza de que a ação do conselheiro deliberativo, dissociada da do conselheiro fiscal, e vice-versa, certamente redundará em enfraquecimento das postulações, em prejuízo certo para aposentados e pensionistas. 

Só a simbiose de nomes e propósitos poderá conduzir ao objetivo maior de obter-se transparência das contas da CENTRUS e da ação de seus dirigentes, de exigir o cumprimento de seus compromissos estatutários. Essas as razões que nos permitem manter-nos unidos desde a primeira hora. 

O passado recente, a incrível dificuldade de atenderem-se nossos pleitos, ainda que determinados por lei e passíveis de atendimento em função do enorme patrimônio que a CENTRUS constituiu, com o suor de nossos rostos, inclusive, mostram que não podemos mais ficar no terreno das reclamações ou das súplicas. 

Urge aproveitarmos a brecha que conseguimos para fazermos valer nossos direitos.

Só poderemos comemorar a realização das eleições se nos mantivermos fortemente unidos em torno dos objetivos perseguidos nesses longos anos. Principalmente, se formos capazes de passar do discurso à ação. 

Tão importante quanto seu voto, para mim, para o Franz e para o Munhoz, será o seu engajamento nos movimentos que, juntos, teremos de empreender, no período pós-eleição. Objetivo principal de nossas ações: contrabalançar as forças que regem o funcionamento da CENTRUS. Diminuir o excesso de poderes de que o Banco Central dispõe sobre nossa Fundação e que, não raramente, exerce de forma autoritária. Impedir o arbítrio que o estimula a condicionar a aprovação de tímida revisão de benefícios proposta pela CENTRUS (afeiçoada à lei; atuarialmente viável), ao reexame da dívida que contraiu em 1997. Essencial não medir esforços para que a CENTRUS possa aprovar, sem audiência externa, propostas de revisão de benefícios que não impliquem ônus  adicionais para o Banco; lutar  para que se consiga digna  participação dos assistidos nas  decisões que envolvam os interesses do nosso grupo, o que será possível se pudermos   indicar, no futuro,  nomes para a Diretoria da CENTRUS, hoje privilégio do Banco; não poupar forças  para que os  reajustes de benefícios contemplem a inflação da terceira idade, defender a  criação de benefício do tipo  Abono Provisório; não desistir da luta  pela  devolução de contribuições ilegalmente aumentadas pela CENTRUS.

Esses alguns dos desafios que me proponho enfrentar. Com seu voto, que esperamos honrar, para mim, para o Franz e para o Munhoz.
 

Franz Gomes Breitschaft

FRANZ GOMES BREITSCHAFT, Advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade do Estado da Guanabara (atual UERJ)-1949/ 1953.Curso de Doutorado em Direito Privado pela U.F.R.J.–1954/1955.Freqüentei diversos cursos de especialização, versando sobre Comércio Exterior, “Trading Companies”, Multinacionais, Contratos de Leasing, Fusões e Incorporações, Alienação Fiduciária, Contabilidade, Controladoria. 

Trabalhei sete anos em escritórios de Despachantes Aduaneiros. Em 1953,ingressei no Banco do Brasil na Carteira de Cambio. Requisitado pelo Diretor Aldo Batista Franco para ser seu Assessor, fui transferido para o Banco Central, em 1966; em 1968, Assessor do Chefe do Departamento Jurídico, e, anos mais tarde, efetivado Advogado, cumpri várias missões especiais,entre elas as de: Assistente Jurídico de empresas em liquidação; Presidente de 31 Comissões de Inquérito e Coordenador de todas as 144 Comissões de Inquérito (Lei nº 6.024) do sistema financeiro, em curso no território nacional – 1976/1977. 

Aposentado,integrei o escritório de advocacia do Prof. Arnoldo Wald. Fui Diretor de Banco Comercial e Presidente de uma DTVM.Fui um dos fundadores da AAFBC, em 1983, Presidente, nos períodos de 2000/2001 e 2004/2005, e Presidente de seu Conselho Deliberativo, no período de 2002 / 2003.Em 2005, exerci o mandato de Presidente da Federação das Assoc.dos Antigos Func.do Banco Central–FENABACEN.  

Em 1999,iniciei os movimentos que redundaram na Ação Judicial movida pela AAFBC, contra a Centrus, relativa ao aumento, de 10 para 15%, das contribuições dos aposentados celetistas, assim como da que possibilitou reverter situação que, à época,impedia a eleição de integrantes do Plano de Benefício Definido, e que se transformou no acordo que possibilitará, em setembro vindouro, a eleição de dois representantes dos celetistas para o Conselho Deliberativo e de um para o Conselho Fiscal. 

Ser Conselheiro da Centrus neste momento, sobre ser uma honra,é uma tarefa que exigirá grande dose de experiência, dedicação e competência, para enfrentar dificuldades já conhecidas. Para bem cumprir essa missão será desejável o melhor entrosamento entre os membros escolhidos pelo seu voto, que espero seja estendido a Fernando Ribeiro para o Conselho Deliberativo, e Gilberto Munhoz para o Conselho Fiscal. 

Justifica esse pedido o fato de, a par da identidade de objetivos e de pontos de vista, nesses últimos oito anos, Fernando Ribeiro ter estado unido a mim nos estudos e nas batalhas, que desenvolvemos em prol dos interesses de todos nós Assistidos da Centrus. Tal circunstância nos levaram a promover juntos essa campanha eleitoral. Da mesma maneira, certos de que, se a ação do Conselho Fiscal estiver associada à do Conselho Deliberativo, fortalecerá nossas postulações, nos conduziram a incorporar a nossa equipe o Gilberto Munhoz, candidato a Conselheiro Fiscal, reconhecido pela sua tradição de competência, aliada a uma dedicação exemplar na luta pelos direitos dos assistidos. 

Como representantes dos Assistidos os Conselheiros por eles eleitos,terão a obrigação de concentrar suas atenções no seu Plano de Benefício Definido. Secundariamente, terão, a incumbência de se preocupar com o destino da Centrus, com vistas, inclusive, à formação de novos planos de benefícios, que, por Lei, terão de ser, totalmente independentes do nosso Plano. 

Se eleito, terei como objetivo de curto prazo, o desate da questão envolvendo a dívida do Banco Central e as proposições já apresentadas pela Centrus; destaco a do aumento das Pensionistas de 60 para 70%, a redução das contribuições de 7,5 para 5% e a instituição de um Abono Provisório, anual. A médio prazo, não medirei esforços para complementar esses benefícios, exemplo: o aumento das pensões para níveis melhores; a redução das contribuições de 5% para o menor nível possível; o recálculo dos proventos daqueles que, tendo ingressado, no Banco do Brasil, antes de 15.10.67, se aposentaram com 30 (trinta) anos de contribuição para a Previdência Social; a devolução das contribuições aumentadas (de 10% para 15%); encamparei as propostas do colega José Dálvio Rangel, que resumimos: I) Reedição das gratificações semestrais outrora adotadas pelo Banco do Brasil  II) Utilização de uma parcela dos resultados da Fundação para acréscimo da correção anual  dos benefícios pelo IPCA. III) Benefício do INSS:- adoção do regime de “complementação”, em lugar da  vigente “suplementação.A longo prazo, o objetivo será a preservação do patrimônio do nosso Plano, é fundamental a necessidade de mantê-lo em níveis elevados.

Rio de Janeiro, 27.08.2007

Franz Gomes Breitschaft – (21) 2552-0779- (21)3511-4942 - fgbgomes@terra.com.br
 

CONSELHO FISCAL
 Candidatos Participantes

José Ribamar Santos Barros

 JOSÉ RIBAMAR SANTOS BARROS, tem 58 anos, tomou posse no Banco Central do Brasil, em 1978, como auditor na área de fiscalização bancária, em Curitiba, passando, posteriormente, a exercer as funções do cargo no Rio de Janeiro. Exerceu, também, os cargos de coordenador e supervisor de fiscalização. Foi instrutor nos cursos na área de contabilidade/auditoria. Aposentou-se em 2001. Graduado em Ciências Contábeis e Administração, pós-graduado em Auditoria Contábil e Operacional, Mestre em Economia Empresarial e atualmente cursa o doutorado em gestão empresarial. Filiado ao SINAL desde 1988 participou ativamente de diversas Assembléias Nacionais Deliberativas do Sindicato e ultimamente participa do Grupo de Estudos do PASBC. 

COMPROMISSOS DO CANDIDATO
 

O candidato tem a percepção de que o Conselho Fiscal é órgão de vital importância no contexto da governança corporativa da CENTRUS, com a tarefa precípua de executar o seu controle interno. Ademais, a cada seis meses, deve elaborar relatório sobre a atuação da Fundação (gestão).

Está certo de que os vários anos em que atuou na área de auditoria contábil/operacional e de fiscalização do Sistema Financeiro Nacional o credenciam a exercer o cargo de conselheiro fiscal da CENTRUS. 

Com base nas pesquisas da tese de doutorado e contando com a colaboração dos colegas Vicente Fialkoski e José Carlos da Costa, do Conselho Deliberativo da CENTRUS, tenho como uma da metas apresentar a essa entidade, a exemplo do que já existe nas instituições financeiras do Sistema Financeiro Nacional, no Sistema de Previdência Complementar Americano e na Comunidade Européia, projetos para a criação do Comitê de Auditoria.

Ademais, pretendo contribuir com os estudos para a implantação (inclusive para os Participantes que atualmente não fazem parte da CENTRUS) do Plano de Contribuição Definida.

Contatos: email:ribamar.barros@superig.com.br; telefones: 98 3235-0772 e 98 -8135-9238
 

Elias Bueno  

ELIAS BUENO, Contador (UNIDF). Especialista em Auditoria (USP). Mestre em Economia de Empresas (UCB). Atuou como contabilista na área privada aproximadamente dez anos. Funcionário da Câmara dos Deputados como contabilista. Funcionário de carreira do Banco Central. Foi da Área de Normas, aproximadamente dezoito anos e da Área de Fiscalização aproximadamente sete anos. Atuou como Chefe de Divisão da Área de Normas e Analista da Área de Fiscalização. Aposentado desde vinte e cinco de maio de 1998. Professor de Contabilidade, Economia e Finanças em várias instituições de ensino superior, há mais de vinte anos no Distrito Federal. Atualmente é Coordenador do curso de Ciências Contábeis da Universidade Paulista, campus de Brasília. Membro do Conselho Fiscal durante dois anos, Diretor Secretário durante dois anos e Diretor Financeiro da ABACE desde o ano de 2005, com mandato até 2009. Apresento como propostas: 1. Cumprir fielmente o Estatuto Social no desempenho de suas atribuições, especialmente quanto aos aspectos que dizem respeito ao exame dos balancetes, balanços, contas, inventários, demonstrações financeiras e atuariais, bem assim, dos atos de gestão econômico-financeira da CENTRUS, como Entidade do Sistema de Previdência Complementar. 2. Atuar diligentemente na defesa dos interesses dos Associados. 3. Atuar diligentemente na defesa dos interesses gerais da CENTRUS. 4. Atuar diligentemente na busca e na defesa da ética e da transparência no exercício de suas atividades. Como candidato de Brasília para membro do Conselho Fiscal da CENTRUS, conto com o voto dos estimados colegas e amigos, tanto aposentados quanto da ativa, no pleito que ora se descortina, para minha eleição.

PLATAFORMA

1. Cumprir fielmente o Estatuto Social no desempenho de minhas funções e atribuições, especialmente quanto aos aspectos que dizem respeito ao exame dos balancetes, balanços, contas, inventários, demonstrações financeiras e atuariais, bem assim, dos atos de gestão econômico-financeira da CENTRUS, como Entidade do Sistema de Previdência Complementar.

2. Atuar diligentemente na defesa dos interesses dos associados.

3. Atuar diligentemente na defesa dos interesses gerais da CENTRUS.

4. Atuar diligentemente na busca e na defesa da ética e da transparência no exercício de suas atividades.
 

CONSELHO FISCAL
Assistidos

Gilberto Munhoz

GILBERTO MUNHOZ, 67 anos, casado, reside em Brasília desde 1975. Egresso do Banco do Brasil, aposentou-se no BACEN em Out/1990. Técnico em Contabilidade, Advogado (OAB-DF) e pós-graduado em Economia Financeira pela Universidade de Paris I, Sorbonne, França. Presidente da ABACE, Brasília; membro da Diretoria do SINAL-DF; Diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, Fundador, em nível nacional,da Associação dos Funcionários do Banco Central- AFBC, embrião do SINAL; membro do Conselho Nacional da AFBC ; Diretor da AFBC-DF , tendo participado da criação do FASPE; Diretor da Cooperativa de Consumo dos Funcionários do Banco do Brasil, Porto Alegre ; Conselheiro Fiscal do Sindicato dos Bancários , Porto Alegre ; membro do Conselho Deliberativo da Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul. Candidato ao Conselho Fiscal da CENTRUS na vaga destinada aos Assistidos.

Registro meus agradecimentos pela forma como o SINAL nos oferece esse importante, e democrático, espaço para discutir a CENTRUS.

Reivindicar e assumir desafios foram – e continuam sendo – constantes em minha vida: assumo posições, valorizo o diálogo e o entendimento, pois entendo que esses são os caminhos mais curtos para alcançarmos os objetivos perseguidos. No que respeita às nossas preocupações com o futuro da CENTRUS, permito-me transcrever alguns conceitos contidos no Editorial do Jornal da ABACE, Ano VI, n. 65, junho/1999, 8 anos atrás(!!) “...Envidaremos nossos esforços objetivando a construção de uma nova CENTRUS, ....É nosso objetivo também propormos a participação de um membro da Diretoria da ABACE, quando das reuniões dos Conselho de Curadores da Centrus. Hoje com direito a voz, amanhã (por que não?) com direito a voto.”(grifamos). Deixemos de lado a história, preocupemo-nos com o presente para projetarmos o futuro.

Passo a avaliar a presente eleição que se mostra, na verdade, como um marco importantíssimo para a definitiva afirmação do nosso grupo de assistidos junto à Entidade.

Ela é mais do que um bom momento para comemorar: representa, sim, um momento de alta responsabilidade para todos nós. Um momento que é histórico – fruto de uma ação judicial vitoriosa, impetrada pela Associação dos Aposentados do Rio de Janeiro, no ano de 2002 – pois conquistamos direito de, pela primeira vez, escolher nossos representantes pelo voto direto.

As perspectivas mostram-se alvissareiras para que possamos mudar o quadro que aí está. . É vital elegermos candidatos com passado, com realizações no passado e no presente, com possibilidades reais de vencer essa corrida. E certamente, venceremos com o seu voto.

Não podemos mais quedar-nos no terreno das reclamações e das súplicas, temos que nos mostrar capazes de passarmos do discurso à ação, para não decepcionarmos aqueles que em nós confiam. Já se disse, com grande propriedade, que os assistidos são o patrimônio mais valioso de que a CENTRUS dispõe, mas, na prática, temos visto tratar-se de palavras, apenas palavras. É o caso, aliás, da proposta de revisão do nosso Plano de Benefícios, aprovada pela Centrus em OUT/2005. Lá se vão quase 2 anos (!!). Referida proposta não saiu, até hoje, da mesa de ping-pong da CENTRUS/BACEN e, a cada dia que passa, aumenta cada vez mais a frustração de nossos colegas assistidos.

A rentabilidade patrimonial da Centrus, nesses últimos 5 anos, se mostra cada vez mais pujante, decorrendo, daí, superávits espetaculares. A do ano de 2006 alcançou 21,41% contra um custo mínimo atuarial da ordem de 9,33% (IPCA + 6%). De Jul/06 a Jun/07 deu-se um incremento ainda maior: 29,13% (!!). Mantidas essas variáveis positivas, a CENTRUS, em 2007 apresentará mais um robusto superávit, daí que, em 2008 nova revisão em nosso Plano de Benefícios deverá, sem dúvidas, acontecer.

Quanto às nossas estimadas Senhoras pensionistas, que muito contribuíram, direta ou indiretamente, para a constituição desse enorme patrimônio da CENTRUS, registramos que é nosso compromisso mobilizá-las de tal forma que não mais se sintam “abandonadas”, sem informações mais detalhadas do que se passa na vida da Entidade, pois a vida da Centrus tem tudo a ver com as suas vidas. No que concerne, aos seus proventos de pensão já  defendemos, junto à Fundação, em 2004, que os mesmos passassem a representar 90% dos proventos do cônjuge falecido. Procuraremos, por fim, dar o melhor dos nossos esforços para  orientá-las na solução de seus problemas junto a CENTRUS e ao Banco Central. .Para tanto, pretendemos, e isso não se constitui em uma utopia, propor a criação de um banco de dados para que possamos, de forma ágil, mantermo-nos permanentemente conectados com esse importante segmento.

Respeitosamente,

Gilberto Munhoz - ttmunhoz@uol.com.br - (61) 3224 1146 / 8112 9156

Benito Lima Vasconcelos

BENITO LIMA VASCONCELOS, se apresenta a todos os aposentados e pensionistas como candidato dos CELETISTAS, ao CONSELHO FISCAL da CENTRUS.

Quero ser eleito para:

1 - Exercer com absoluto desprendimento, sem peias e com destemor, a função de Conselheiro Fiscal.

2 - Ter sempre presente a observância rigorosa da legislação pertinente e das normas do Órgão Fiscalizador – Secretaria de Previdência Complementar – SPC.

3 - Trabalhar com afinco e assiduidade e em clima de harmonia com seus pares de Conselho e a Administração em geral, porém exigindo como princípio, a aplicação de uma fiscalização efetiva e rigorosa, de acordo com as técnicas mais apropriadas ao setor de previdência.

4 - Acompanhar de forma sistemática as operações da Fundação, agindo com oportunidade para através do seu Colegiado exigir possíveis correções e sugerir adoção de procedimentos que, no seu entender, sejam mais condizentes.

5 - Manter-se atualizado a respeito da legislação e normas do Setor Previdenciário, e internas da CENTRUS, bem como do cenário econômico-financeiro do País, de forma a estar sempre capacitado para atuar com perspicácia no exame das contas e das atividades da Fundação como um todo.

6 - Estar sempre aberto ao diálogo com os Participantes, os seus Pares, a Administração e os Funcionários.              

Endereço –SHIN-QI 05- conj. 06 Cs.11 – LAGO NORTE – Brasília-DF.
E-mail
benitovasconcelos@ig.com.br

FORMAÇÃO: Contador – CRC 13.382-DF

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

Banco Central do Brasil

- Divisão de Previdência – DIPRE

- Assessorou a montagem da DIPRE que deu origem ao Programa Geral de Previdência – PGP, depois transformada em Fundação Banco Central de Previdência Privada (CENTRUS).

- Divisão de Assistência ao Pessoal - DIASP

- Chefe Adjunto de Divisão

- Coordenador.

Fundação Banco Central de Previdência Privada – CENTRUS
- Gerente de Benefícios
- Membro do Conselho de Curadores (eleito)
- Membro do Conselho Fiscal (eleito).

PARTICIPAÇÃO EM SEMINÁRIOS E CURSOS:

- Simpósio Nacional de Assistência e Benefícios
- Congresso Latino-Americano de Direito Previdenciário
- Seguridade Social – Planos Previdenciários e Assistenciais
- Curso de Mercado de Capitais para Fundações

- Seminário para Curadores de Fundações