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	<title>Comentários sobre: CAMPANHA SALARIAL 2012/2013: perspectivas, riscos e oportunidades</title>
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		<title>Por: Cleide Napoleão</title>
		<link>https://www.sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-330</link>
		<dc:creator>Cleide Napoleão</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 01:36:38 +0000</pubDate>
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		<description>ERRATA

Com relação a elencar propostas sobre RELAÇÕES FUNCIONAIS E RH NO BC trazidas à 25a. AND, em documento-base para subsidiar posterior realização de FORUM NACIONAL sobre o assunto:
 
Errei na fundamentação, ao citar experiência passada como sendo do MECIR. Na verdade foi com o DESEG,não sendo posteriormente realizado FORUM sobre o assunto, mas sim o incremento do movimento no setor por melhorias nas relações funcionais, a partir da repercussão no setor e no BC,do Relatório-DESEG deliberado naquela AND</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ERRATA</p>
<p>Com relação a elencar propostas sobre RELAÇÕES FUNCIONAIS E RH NO BC trazidas à 25a. AND, em documento-base para subsidiar posterior realização de FORUM NACIONAL sobre o assunto:</p>
<p>Errei na fundamentação, ao citar experiência passada como sendo do MECIR. Na verdade foi com o DESEG,não sendo posteriormente realizado FORUM sobre o assunto, mas sim o incremento do movimento no setor por melhorias nas relações funcionais, a partir da repercussão no setor e no BC,do Relatório-DESEG deliberado naquela AND</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cleide Napoleão</title>
		<link>https://www.sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-329</link>
		<dc:creator>Cleide Napoleão</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 01:16:35 +0000</pubDate>
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		<description>Proposta de Questionário:

questionário - 25a.AND/2012 (Belém-PA)
EXPECTATIVA E AVALIAÇÃO  DE PARTICIPANTES 

(colunas)  Ótimo- Bom - Regular -  N/A (p/respost.1 a 4)

1 - AVALIAÇÃO DOS DEBATES DOS TEMAS NAS PLENÁRIAS:
                                                         
A - QVT/VALORIZAÇÃO DAS REGIONAIS
B - CAMPANHA SALARIAL
C - ALTERAÇÕES ESTATUTÁRIAS

2 - AVALIAÇÃO DOS DEBATES DOS TEMAS NOS BLOGs

A - QVT/REGIONAIS
B - CAMPANHA SALARIAL
C - ALTERAÇÕES ESTATUTÁRIAS

3 - PREPARAÇÃO NACIONAL DA AND

4 - PREPARAÇÃO REGIONAL DA AND

5 - PARTICIPOU DA 24a.AND   ( ) SIM  ( ) NÃO

6 - O RESULTADO GERAL DA AND ATENDEU SUA EXPECTATIVA?
    ( )SIM   ( )EM BOA PARTE   ( )POUCO  ( )NÃO

7 - Você pretende candidatar-se à conselheiro regional do SINAL na gestão 2013/2014?
    ( )SIM   ( )NÃO  ( )NÃO SEI  ( )TALVEZ

ESPAÇO PARA SUGESTÕES E CRÍTICAS (principais erros e acertos)____________________________________________

nome:___________________ regional: _________________</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Proposta de Questionário:</p>
<p>questionário &#8211; 25a.AND/2012 (Belém-PA)<br />
EXPECTATIVA E AVALIAÇÃO  DE PARTICIPANTES </p>
<p>(colunas)  Ótimo- Bom &#8211; Regular &#8211;  N/A (p/respost.1 a 4)</p>
<p>1 &#8211; AVALIAÇÃO DOS DEBATES DOS TEMAS NAS PLENÁRIAS:</p>
<p>A &#8211; QVT/VALORIZAÇÃO DAS REGIONAIS<br />
B &#8211; CAMPANHA SALARIAL<br />
C &#8211; ALTERAÇÕES ESTATUTÁRIAS</p>
<p>2 &#8211; AVALIAÇÃO DOS DEBATES DOS TEMAS NOS BLOGs</p>
<p>A &#8211; QVT/REGIONAIS<br />
B &#8211; CAMPANHA SALARIAL<br />
C &#8211; ALTERAÇÕES ESTATUTÁRIAS</p>
<p>3 &#8211; PREPARAÇÃO NACIONAL DA AND</p>
<p>4 &#8211; PREPARAÇÃO REGIONAL DA AND</p>
<p>5 &#8211; PARTICIPOU DA 24a.AND   ( ) SIM  ( ) NÃO</p>
<p>6 &#8211; O RESULTADO GERAL DA AND ATENDEU SUA EXPECTATIVA?<br />
    ( )SIM   ( )EM BOA PARTE   ( )POUCO  ( )NÃO</p>
<p>7 &#8211; Você pretende candidatar-se à conselheiro regional do SINAL na gestão 2013/2014?<br />
    ( )SIM   ( )NÃO  ( )NÃO SEI  ( )TALVEZ</p>
<p>ESPAÇO PARA SUGESTÕES E CRÍTICAS (principais erros e acertos)____________________________________________</p>
<p>nome:___________________ regional: _________________</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Eduardo de Freitas</title>
		<link>https://www.sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-315</link>
		<dc:creator>Paulo Eduardo de Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 23:51:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-315</guid>
		<description>À falta de espaço para apresentação de propostas à AND sobre outros temas, valho-me da democracia desta coluna para deixar registrada a proposta abaixo e que a mesma seja apresentada à AND.

APRECIAÇÃO DE CONDUTA DE DIRIGENTE DO SINAL

Pela primeira vez na história de 24 anos do Sinal, vimos ser quebrada, com exposição externa, a unidade nacional dos filiados do Sinal sustentada no pacto federativo. 

Tratou-se do apoio e principalmente do encaminhamento - por um conselheiro e membro da executiva nacional - ao governo/diretoria do Banco Central de um abaixo-assinado, com reivindicação econômica nacional, com efeito sobre toda categoria, sem trânsito para aprovação por um fórum nacional previsto no Estatuto.

Esse FATO, gravíssimo, precisa ser apreciado pela AND, cuja razão de ser está justamente no fortalecimento da unidade nacional e na reafirmação do pacto federativo. 

Aquele encaminhamento, a partir de uma assembleia Regional, é uma ofensa às demais nove assembleias regionais, cujas reivindicações aprovadas transitam antes por um fórum nacional.

É uma ofensa aos outros nove conselhos Regionais, que não encaminham diretamente ao governo/diretoria do BCB demandas nacionais aprovadas regionalmente.
 
É uma ofensa ao Estatuto que impõe trânsito de demandas regionais de conteúdo nacional por fóruns nacionais. O Estatuto prevê um leque de possibilidades: a AGN, a AND, o Conselho Nacional, o plebiscito, e o abaixo-assinado dirigido ao Conselho Nacional, excluída qualquer outra possibilidade, para aprovação, conforme o caso, de reivindicações a serem levadas ao Governo, ao Legislativo, ao Judiciário, ou a qualquer outro local. 
 
É uma ofensa a todos os filiados das outras nove regionais que respeitam a unidade nacional com pacto federativo. É uma ofensa também aos filiados ao Sinal, no Distrito Federal, que respeitam e querem essa mesma organização sindical.

Adicionalmente foi uma ofensa à AGN que recusara expressamente o conteúdo do dito abaixo-assinado.

O dirigente, que ofendeu a unidade nacional com pacto federativo, foi JOSE RICARDO DA COSTA E SILVA, presidente do Sinal/DF e membro da executiva Nacional.

Falsos argumentos contestatórios à presente proposição 

1.	Não há que se falar em cumprimento a uma ordem da base sindical regional, porque a base nacional é mais importante do que uma base regional. O Sinal é entidade Nacional. Reivindicação econômica nacional deve ser aprovada por fórum Nacional. 

2.	Não há que se falar em aprovação nacional a partir da presença do presidente Nacional na entrega do dito abaixo-assinado, porque o presidente Nacional não tem competência estatutária para encaminhar reivindicação a qualquer autoridade pública se não houver prévia aprovação nacional, isto é não há legitimidade. 

3.	Não há que se falar em criação de mártir, pois não há, dentro do Sinal, mártir contra o Estatuto.  Além disso, será um saudável e necessário processo educativo que a apreciação do FATO pela AND permitirá a todos. Foi a primeira vez que tal atitude aconteceu e merece mesmo uma ação agora. 

4.	Não há que se falar em falta de efeitos danosos agora, como argumento para não apreciar o FATO, pois isso seria pôr em mãos externas o julgamento das atitudes de dirigentes do Sindicato. Essa responsabilidade é exclusivamente nossa. O erro da atitude independente dos resultados posteriores.

5.	Não há que se falar em promessa de ganho de filiados no futuro, em caso de tolerância com o FATO no presente, se não se fazer valer o próprio estatuto ao qual se quer ver aderência. Há regras pactuadas a serem cumpridas por todos.

6.	Não há que se aceitar chantagem de qualquer natureza, pois isso seria quebrar a soberania do pacto de existência do sindicato. Seria admitir que há uma força interna ao Sindicato acima do Estatuto. Além disso, aceitar chantagem é tornar-se refém.

Proponho assim que a AND aprecie o seguinte FATO: JOSE RICARDO DA COSTA E SILVA, presidente do Sinal/DF e integrante da executiva Nacional, apoiou e encaminhou ao governo/diretoria do BCB um abaixo-assinado com reivindicação econômica de amplitude nacional, com graves ofensas ao Estatuto do Sinal.

Caso a AND aprove a condenação da atitude, decidirá a punição aplicável. Proponho uma MOÇÃO DE CONDENACAO DE CONDUTA.

Paulo Eduardo de Freitas.

MOÇÃO DE CONDENAÇÃO DE CONDUTA (minuta)

A XXV AND do Sinal, considerando

Que o abaixo-assinado endereçado diretamente ao governo contendo reivindicação econômica relativa à campanha salarial 2012 foi um ato típico de sindicato paralelo;
Que toda reivindicação em nome da categoria dos servidores do Banco Central precisa previamente ser aprovada por fórum previsto no estatuto do Sinal;
Que o ato da entrega do abaixo-assinado diretamente à diretoria do Banco Central foi uma agressão ao Estatuto do Sinal, às assembleias regionais, aos conselhos regionais, aos filiados do Sinal em todo o Brasil, inclusive aos filiados ao Sinal em Brasília, e à AGN;
Que é preciso reafirmar a unidade nacional da categoria e o pacto federativo constitutivos do Sinal, 

Aprova a moção de CONDENAÇÃO DE CONDUTA a  JOSÉ RICARDO DA COSTA E SILVA, presidente do Sinal/DF e integrante da executiva nacional por haver apoiado o mencionado abaixo-assinado e o encaminhado diretamente à diretoria do Banco Central. 

Belém do Pará, (data)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>À falta de espaço para apresentação de propostas à AND sobre outros temas, valho-me da democracia desta coluna para deixar registrada a proposta abaixo e que a mesma seja apresentada à AND.</p>
<p>APRECIAÇÃO DE CONDUTA DE DIRIGENTE DO SINAL</p>
<p>Pela primeira vez na história de 24 anos do Sinal, vimos ser quebrada, com exposição externa, a unidade nacional dos filiados do Sinal sustentada no pacto federativo. </p>
<p>Tratou-se do apoio e principalmente do encaminhamento &#8211; por um conselheiro e membro da executiva nacional &#8211; ao governo/diretoria do Banco Central de um abaixo-assinado, com reivindicação econômica nacional, com efeito sobre toda categoria, sem trânsito para aprovação por um fórum nacional previsto no Estatuto.</p>
<p>Esse FATO, gravíssimo, precisa ser apreciado pela AND, cuja razão de ser está justamente no fortalecimento da unidade nacional e na reafirmação do pacto federativo. </p>
<p>Aquele encaminhamento, a partir de uma assembleia Regional, é uma ofensa às demais nove assembleias regionais, cujas reivindicações aprovadas transitam antes por um fórum nacional.</p>
<p>É uma ofensa aos outros nove conselhos Regionais, que não encaminham diretamente ao governo/diretoria do BCB demandas nacionais aprovadas regionalmente.</p>
<p>É uma ofensa ao Estatuto que impõe trânsito de demandas regionais de conteúdo nacional por fóruns nacionais. O Estatuto prevê um leque de possibilidades: a AGN, a AND, o Conselho Nacional, o plebiscito, e o abaixo-assinado dirigido ao Conselho Nacional, excluída qualquer outra possibilidade, para aprovação, conforme o caso, de reivindicações a serem levadas ao Governo, ao Legislativo, ao Judiciário, ou a qualquer outro local. </p>
<p>É uma ofensa a todos os filiados das outras nove regionais que respeitam a unidade nacional com pacto federativo. É uma ofensa também aos filiados ao Sinal, no Distrito Federal, que respeitam e querem essa mesma organização sindical.</p>
<p>Adicionalmente foi uma ofensa à AGN que recusara expressamente o conteúdo do dito abaixo-assinado.</p>
<p>O dirigente, que ofendeu a unidade nacional com pacto federativo, foi JOSE RICARDO DA COSTA E SILVA, presidente do Sinal/DF e membro da executiva Nacional.</p>
<p>Falsos argumentos contestatórios à presente proposição </p>
<p>1.	Não há que se falar em cumprimento a uma ordem da base sindical regional, porque a base nacional é mais importante do que uma base regional. O Sinal é entidade Nacional. Reivindicação econômica nacional deve ser aprovada por fórum Nacional. </p>
<p>2.	Não há que se falar em aprovação nacional a partir da presença do presidente Nacional na entrega do dito abaixo-assinado, porque o presidente Nacional não tem competência estatutária para encaminhar reivindicação a qualquer autoridade pública se não houver prévia aprovação nacional, isto é não há legitimidade. </p>
<p>3.	Não há que se falar em criação de mártir, pois não há, dentro do Sinal, mártir contra o Estatuto.  Além disso, será um saudável e necessário processo educativo que a apreciação do FATO pela AND permitirá a todos. Foi a primeira vez que tal atitude aconteceu e merece mesmo uma ação agora. </p>
<p>4.	Não há que se falar em falta de efeitos danosos agora, como argumento para não apreciar o FATO, pois isso seria pôr em mãos externas o julgamento das atitudes de dirigentes do Sindicato. Essa responsabilidade é exclusivamente nossa. O erro da atitude independente dos resultados posteriores.</p>
<p>5.	Não há que se falar em promessa de ganho de filiados no futuro, em caso de tolerância com o FATO no presente, se não se fazer valer o próprio estatuto ao qual se quer ver aderência. Há regras pactuadas a serem cumpridas por todos.</p>
<p>6.	Não há que se aceitar chantagem de qualquer natureza, pois isso seria quebrar a soberania do pacto de existência do sindicato. Seria admitir que há uma força interna ao Sindicato acima do Estatuto. Além disso, aceitar chantagem é tornar-se refém.</p>
<p>Proponho assim que a AND aprecie o seguinte FATO: JOSE RICARDO DA COSTA E SILVA, presidente do Sinal/DF e integrante da executiva Nacional, apoiou e encaminhou ao governo/diretoria do BCB um abaixo-assinado com reivindicação econômica de amplitude nacional, com graves ofensas ao Estatuto do Sinal.</p>
<p>Caso a AND aprove a condenação da atitude, decidirá a punição aplicável. Proponho uma MOÇÃO DE CONDENACAO DE CONDUTA.</p>
<p>Paulo Eduardo de Freitas.</p>
<p>MOÇÃO DE CONDENAÇÃO DE CONDUTA (minuta)</p>
<p>A XXV AND do Sinal, considerando</p>
<p>Que o abaixo-assinado endereçado diretamente ao governo contendo reivindicação econômica relativa à campanha salarial 2012 foi um ato típico de sindicato paralelo;<br />
Que toda reivindicação em nome da categoria dos servidores do Banco Central precisa previamente ser aprovada por fórum previsto no estatuto do Sinal;<br />
Que o ato da entrega do abaixo-assinado diretamente à diretoria do Banco Central foi uma agressão ao Estatuto do Sinal, às assembleias regionais, aos conselhos regionais, aos filiados do Sinal em todo o Brasil, inclusive aos filiados ao Sinal em Brasília, e à AGN;<br />
Que é preciso reafirmar a unidade nacional da categoria e o pacto federativo constitutivos do Sinal, </p>
<p>Aprova a moção de CONDENAÇÃO DE CONDUTA a  JOSÉ RICARDO DA COSTA E SILVA, presidente do Sinal/DF e integrante da executiva nacional por haver apoiado o mencionado abaixo-assinado e o encaminhado diretamente à diretoria do Banco Central. </p>
<p>Belém do Pará, (data)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cleide Martins Silva</title>
		<link>https://www.sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-313</link>
		<dc:creator>Cleide Martins Silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 21:55:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-313</guid>
		<description>Conjuntura Internacional
Em 2007, com a eclosão da crise econômica mundial, o equilíbrio macroeconômico que havia se instalado nos anos 90 do século passado foi desarticulado. A crise que teve seu impacto inicial fortíssimo em todas as economias mundiais, gerando queda na produção das nações desenvolvidas e subdesenvolvidas (a economia brasileira caiu 0,3% em 2009). A segunda onda da crise iniciada em 2007 veio no ano 2010 com o estrangulamento fiscal dos países que se endividaram para conter os efeitos iniciais da crise. Essas nações se viram com uma restrição financeira e um crescimento insustentável de suas dívidas bancárias, gerando uma necessidade de ajuste contracionista em suas finanças públicas. O efeito combinado dessas duas ondas da crise já consumiram 30 milhões de empregos desde 2007, gerando desempregos altíssimos, em especial nos países europeus, onde em alguns países já atinge valor semelhante ao verificado após a crise de 1929 (Grécia e Espanha têm taxa de desemprego superior a 25% da população em busca de trabalho). A projeção da Organização Internacional do Trabalho é de que em 2013 mais 2,4 milhões de pessoas perderão o emprego. Os países europeus enfrentam uma recessão com forte contração da produção. A própria economia alemã, até agora pouco atingida pela crise, deverá entrar em recessão.
No enfrentamento da crise, os países mais afetados vêm buscando uma melhoria em seus fundamentos macroeconômicos. Para tanto, vêm adotando medidas de reforço fiscal, com aumentos de receitas, redução de despesas e privatizações. Merecem destaque as medidas de redução de despesas com funcionários públicos, com eliminação de benefícios indiretos, corte de gratificações, redução de salários e até demissões.Tudo indica que a chance de recuperação da economia mundial no curto prazo é mínima. Ao contrário, a perspectiva é de que a contração econômica possa ser intensificada como consequência do agravamento do quadro social e do desmantelamento do estado do bem estar social em andamento na Europa por causa do aumento da vulnerabilidade fiscal das nações europeias. 
Fala-se hoje em ”terceira onda” da crise de 2007, que será uma consequência das turbulências sociais advindas “onda” e das políticas adotadas para superá-la.
Conjuntura Nacional
Dados recentes da produção industrial revelam uma queda de 3,1% no acumulado em 12 meses, projetam encolhimento da indústria brasileira em 2012, aumenta o pessimismo sobre o comportamento do PIB brasileiro para 2012 e ameaça as expectativas para 2013. As medidas de redução fiscal, de incentivos setoriais, medidas de desvalorização cambial (que mantém o câmbio acima de R$ 2,00) e de redução histórica da taxa de juros não estão sendo suficientes para reverter o quadro de recessão no setor terciário da economia brasileira. As projeções de crescimento da economia brasileira estão sendo reduzidas sequencialmente ao longo de 2012 e já estão próximas a 1,5% e há possibilidade de mais revisões para baixo.
Aguarda-se uma melhora do quadro econômico nacional no início de 2013, em especial como consequência dos investimentos para fazer frente aos eventos esportivos internacionais, que tem estimulado a demanda no mercado doméstico. No entanto esta melhora vai depender muito da eficiência das políticas econômicas adotadas até agora (inclusive redução das taxas básicas de juros) e do comportamento da economia mundial.
Não obstante, a persistência  da Crise Internacional tende a ter impactos na economia brasileira tanto pelo canal de transmissão do comércio quanto dos Investimentos Internacionais. No enfrentamento dessa crise mundial será imprescindível evitar uma magnificação das suas repercussões internas ao Brasil, para o que se faz fundamental reforçar os fundamentos macroeconômicos brasileiros.
Neste contexto, crescem as pressões por um reforço fiscal voltado, principalmente, para uma redução das despesas de custeio. O diagnóstico predominante é que os investimentos devem substituir os gastos de custeio para o que o Executivo precisa controlar mais rigidamente as despesas com salários.
Adicionalmente, crescem as pressões por uma reforma tributária que desonere a produção, aumentando a competitividade brasileira. Para tanto, far-se-á necessário que a redução de receitas seja acompanhada de correspondente redução de despesas, essencialmente as despesas de custeio e salários.
Campanha Salarial 2012
O ano de 2012 foi um ano de ampla mobilização no serviço público federal. Os professores das universidades federais protagonizaram a mais longa greve da história da categoria. Foram quatro meses de greve, com ampla adesão ao movimento paredista.
Dentre as demais carreiras do serviço público federal foram 72 dias de greve com a paralisação de 350 mil servidores.
Dentre as carreiras típicas de estado, chamaram atenção as greves da Polícia Federal e dos servidores da Receita. Os servidores da Receita e da polícia usaram o recurso da operação padrão como forma de pressão pelo atendimento às suas reivindicações pela qual cumprem o que a Lei os manda fazer em suas mobilizações (ao contrário de uma mobilização no BCB pela qual os servidores deixam de fazer o que a Lei manda que façam).
De todas as mobilizações realizadas, evidenciou-se, na condução por parte do governo, de marcantes diferenças em relação ao governo anterior. Ao longo de todo o primeiro semestre as negociações não avançaram, pelo contrário, como resposta às reivindicações, o governo acenou com o corte do ponto e com a substituição de servidores federais por servidores estaduais na execução de atividades essenciais.
Para os servidores do Banco Central a mobilização durou quatro meses, com a realização de diversas assembleias, duas ou três paralisações de advertência nas regionais e uma em Brasília.
Ao final do primeiro semestre, às vésperas do encerramento do prazo de envio do PLOA ao Congresso, foi apresentada uma proposta para análise dos servidores das carreiras típicas de estado, com um prazo exíguo de análise. A exiguidade do tempo fez com que, das doze carreiras do Ciclo de Gestão, 9 nove optassem por assinar o acordo, enquanto as três carreiras do ciclo financeiro o rejeitaram. Além disso, os Delegados e Peritos de PF e Advogados e Procuradores da União também fecharam acordo. Noventa e três por cento dos servidores públicos federais fecharam acordo com o governo.
Como resultado da rejeição da proposta os servidores do Banco Central se encontram na perspectiva de entrar o ano de 2013 com reajuste zero. 
O resultado não pacifica a categoria. A perspectiva de postergar para 2014 a possibilidade de incorporar uma correção aos salários desagrada parcela significativa dos servidores. Tal inconformidade foi expressa por cerca de um quarto dos servidores da carreira de especialista que assinaram um documento dirigido aos presidentes do Banco Central e do Sinal Nacional com o intuito de buscar a oportunidade de verter a rejeição à proposta e nos incluir no PLOA 2013.
Para a definição dos próximos passos da campanha salarial será importante considerar os dados da conjuntura, o conhecimento adquirido sobre a conduta do governo e, principalmente, a avaliação da base. 
Propostas:
1.	Garantir aos servidores do Banco Central o direito de opinar sobre eventuais propostas apresentadas pelo governo para reajuste salarial;
2.	Trabalhar pelo realinhamento das tabelas salariais das carreiras e cargos do Banco Central;
3.	Trabalhar pelo avanço nas conquistas não financeiras:
a.	Flexibilização da jornada de trabalho;
b.	Revisão da regulamentação da Licença para Capacitação;
c.	Abertura da Centrus à participação de servidores do RJU em planos previdenciários; e
d.	Eleição de um representante da base para compor Comitê Estratégico de Gestão de Pessoas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Conjuntura Internacional<br />
Em 2007, com a eclosão da crise econômica mundial, o equilíbrio macroeconômico que havia se instalado nos anos 90 do século passado foi desarticulado. A crise que teve seu impacto inicial fortíssimo em todas as economias mundiais, gerando queda na produção das nações desenvolvidas e subdesenvolvidas (a economia brasileira caiu 0,3% em 2009). A segunda onda da crise iniciada em 2007 veio no ano 2010 com o estrangulamento fiscal dos países que se endividaram para conter os efeitos iniciais da crise. Essas nações se viram com uma restrição financeira e um crescimento insustentável de suas dívidas bancárias, gerando uma necessidade de ajuste contracionista em suas finanças públicas. O efeito combinado dessas duas ondas da crise já consumiram 30 milhões de empregos desde 2007, gerando desempregos altíssimos, em especial nos países europeus, onde em alguns países já atinge valor semelhante ao verificado após a crise de 1929 (Grécia e Espanha têm taxa de desemprego superior a 25% da população em busca de trabalho). A projeção da Organização Internacional do Trabalho é de que em 2013 mais 2,4 milhões de pessoas perderão o emprego. Os países europeus enfrentam uma recessão com forte contração da produção. A própria economia alemã, até agora pouco atingida pela crise, deverá entrar em recessão.<br />
No enfrentamento da crise, os países mais afetados vêm buscando uma melhoria em seus fundamentos macroeconômicos. Para tanto, vêm adotando medidas de reforço fiscal, com aumentos de receitas, redução de despesas e privatizações. Merecem destaque as medidas de redução de despesas com funcionários públicos, com eliminação de benefícios indiretos, corte de gratificações, redução de salários e até demissões.Tudo indica que a chance de recuperação da economia mundial no curto prazo é mínima. Ao contrário, a perspectiva é de que a contração econômica possa ser intensificada como consequência do agravamento do quadro social e do desmantelamento do estado do bem estar social em andamento na Europa por causa do aumento da vulnerabilidade fiscal das nações europeias.<br />
Fala-se hoje em ”terceira onda” da crise de 2007, que será uma consequência das turbulências sociais advindas “onda” e das políticas adotadas para superá-la.<br />
Conjuntura Nacional<br />
Dados recentes da produção industrial revelam uma queda de 3,1% no acumulado em 12 meses, projetam encolhimento da indústria brasileira em 2012, aumenta o pessimismo sobre o comportamento do PIB brasileiro para 2012 e ameaça as expectativas para 2013. As medidas de redução fiscal, de incentivos setoriais, medidas de desvalorização cambial (que mantém o câmbio acima de R$ 2,00) e de redução histórica da taxa de juros não estão sendo suficientes para reverter o quadro de recessão no setor terciário da economia brasileira. As projeções de crescimento da economia brasileira estão sendo reduzidas sequencialmente ao longo de 2012 e já estão próximas a 1,5% e há possibilidade de mais revisões para baixo.<br />
Aguarda-se uma melhora do quadro econômico nacional no início de 2013, em especial como consequência dos investimentos para fazer frente aos eventos esportivos internacionais, que tem estimulado a demanda no mercado doméstico. No entanto esta melhora vai depender muito da eficiência das políticas econômicas adotadas até agora (inclusive redução das taxas básicas de juros) e do comportamento da economia mundial.<br />
Não obstante, a persistência  da Crise Internacional tende a ter impactos na economia brasileira tanto pelo canal de transmissão do comércio quanto dos Investimentos Internacionais. No enfrentamento dessa crise mundial será imprescindível evitar uma magnificação das suas repercussões internas ao Brasil, para o que se faz fundamental reforçar os fundamentos macroeconômicos brasileiros.<br />
Neste contexto, crescem as pressões por um reforço fiscal voltado, principalmente, para uma redução das despesas de custeio. O diagnóstico predominante é que os investimentos devem substituir os gastos de custeio para o que o Executivo precisa controlar mais rigidamente as despesas com salários.<br />
Adicionalmente, crescem as pressões por uma reforma tributária que desonere a produção, aumentando a competitividade brasileira. Para tanto, far-se-á necessário que a redução de receitas seja acompanhada de correspondente redução de despesas, essencialmente as despesas de custeio e salários.<br />
Campanha Salarial 2012<br />
O ano de 2012 foi um ano de ampla mobilização no serviço público federal. Os professores das universidades federais protagonizaram a mais longa greve da história da categoria. Foram quatro meses de greve, com ampla adesão ao movimento paredista.<br />
Dentre as demais carreiras do serviço público federal foram 72 dias de greve com a paralisação de 350 mil servidores.<br />
Dentre as carreiras típicas de estado, chamaram atenção as greves da Polícia Federal e dos servidores da Receita. Os servidores da Receita e da polícia usaram o recurso da operação padrão como forma de pressão pelo atendimento às suas reivindicações pela qual cumprem o que a Lei os manda fazer em suas mobilizações (ao contrário de uma mobilização no BCB pela qual os servidores deixam de fazer o que a Lei manda que façam).<br />
De todas as mobilizações realizadas, evidenciou-se, na condução por parte do governo, de marcantes diferenças em relação ao governo anterior. Ao longo de todo o primeiro semestre as negociações não avançaram, pelo contrário, como resposta às reivindicações, o governo acenou com o corte do ponto e com a substituição de servidores federais por servidores estaduais na execução de atividades essenciais.<br />
Para os servidores do Banco Central a mobilização durou quatro meses, com a realização de diversas assembleias, duas ou três paralisações de advertência nas regionais e uma em Brasília.<br />
Ao final do primeiro semestre, às vésperas do encerramento do prazo de envio do PLOA ao Congresso, foi apresentada uma proposta para análise dos servidores das carreiras típicas de estado, com um prazo exíguo de análise. A exiguidade do tempo fez com que, das doze carreiras do Ciclo de Gestão, 9 nove optassem por assinar o acordo, enquanto as três carreiras do ciclo financeiro o rejeitaram. Além disso, os Delegados e Peritos de PF e Advogados e Procuradores da União também fecharam acordo. Noventa e três por cento dos servidores públicos federais fecharam acordo com o governo.<br />
Como resultado da rejeição da proposta os servidores do Banco Central se encontram na perspectiva de entrar o ano de 2013 com reajuste zero.<br />
O resultado não pacifica a categoria. A perspectiva de postergar para 2014 a possibilidade de incorporar uma correção aos salários desagrada parcela significativa dos servidores. Tal inconformidade foi expressa por cerca de um quarto dos servidores da carreira de especialista que assinaram um documento dirigido aos presidentes do Banco Central e do Sinal Nacional com o intuito de buscar a oportunidade de verter a rejeição à proposta e nos incluir no PLOA 2013.<br />
Para a definição dos próximos passos da campanha salarial será importante considerar os dados da conjuntura, o conhecimento adquirido sobre a conduta do governo e, principalmente, a avaliação da base.<br />
Propostas:<br />
1.	Garantir aos servidores do Banco Central o direito de opinar sobre eventuais propostas apresentadas pelo governo para reajuste salarial;<br />
2.	Trabalhar pelo realinhamento das tabelas salariais das carreiras e cargos do Banco Central;<br />
3.	Trabalhar pelo avanço nas conquistas não financeiras:<br />
a.	Flexibilização da jornada de trabalho;<br />
b.	Revisão da regulamentação da Licença para Capacitação;<br />
c.	Abertura da Centrus à participação de servidores do RJU em planos previdenciários; e<br />
d.	Eleição de um representante da base para compor Comitê Estratégico de Gestão de Pessoas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Luiz Domingues</title>
		<link>https://www.sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-311</link>
		<dc:creator>André Luiz Domingues</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 21:36:42 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com os colegas que a nossa pauta de negociação deve conter questões que vão além do reajuste salarial, pois o governo poderá estar, neste momento, muito firme no índice anteriormente imposto.
Gostaria de lembrar ao colegas que o governo tem um termo de compromisso assinado em 2007 com o Sinal no qual ele se compromete em  implementar a MODERNIZAÇÂO DA CAREIRA, e a “exigência de nível superior de escolaridade como requisito de ingresso no cargo de Técnico do Banco Central do Brasil”, nas palavras do acordo. 

Esta reivindicação não tem impacto orçamentário nenhum para o governo. Então seria uma ótima proposta para colocar na mesa de negociação junto com a questão da flexibilização do horário.

Estarei enviando no email do Getulio a cópia do acordo firmado pelo governo com o Sinal em 2007. Pois o material está em JPG e não consigo anexar no fórum.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com os colegas que a nossa pauta de negociação deve conter questões que vão além do reajuste salarial, pois o governo poderá estar, neste momento, muito firme no índice anteriormente imposto.<br />
Gostaria de lembrar ao colegas que o governo tem um termo de compromisso assinado em 2007 com o Sinal no qual ele se compromete em  implementar a MODERNIZAÇÂO DA CAREIRA, e a “exigência de nível superior de escolaridade como requisito de ingresso no cargo de Técnico do Banco Central do Brasil”, nas palavras do acordo. </p>
<p>Esta reivindicação não tem impacto orçamentário nenhum para o governo. Então seria uma ótima proposta para colocar na mesa de negociação junto com a questão da flexibilização do horário.</p>
<p>Estarei enviando no email do Getulio a cópia do acordo firmado pelo governo com o Sinal em 2007. Pois o material está em JPG e não consigo anexar no fórum.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcio Antonio Estrela</title>
		<link>https://www.sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-310</link>
		<dc:creator>Marcio Antonio Estrela</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 21:31:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-310</guid>
		<description>PROPONHO QUE QUAISQUER PROPOSTAS APRESENTADAS EM NEGOCIAÇÃO SEJAM ACOMPANHADAS DE TABELAS E GRÁFICOS COMPARANDO COM A PROPOSTA DO GOVERNO DE 5% EM 3 VEZES, DESTACANDO EVENTUAIS PERDAS/GANHOS ACUMULADOS MÊS A MÊS E DATA NA QUAL EVENTUAL PERDA SERÁ &quot;PAGA&quot;.

JUSTIFICATIVA: chega de &quot;Blábláblá&quot;, mostrem os números.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PROPONHO QUE QUAISQUER PROPOSTAS APRESENTADAS EM NEGOCIAÇÃO SEJAM ACOMPANHADAS DE TABELAS E GRÁFICOS COMPARANDO COM A PROPOSTA DO GOVERNO DE 5% EM 3 VEZES, DESTACANDO EVENTUAIS PERDAS/GANHOS ACUMULADOS MÊS A MÊS E DATA NA QUAL EVENTUAL PERDA SERÁ &#8220;PAGA&#8221;.</p>
<p>JUSTIFICATIVA: chega de &#8220;Blábláblá&#8221;, mostrem os números.</p>
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	<item>
		<title>Por: Marcio Antonio Estrela</title>
		<link>https://www.sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-308</link>
		<dc:creator>Marcio Antonio Estrela</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 21:14:27 +0000</pubDate>
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		<description>PROPOSTA URGENTE:

QUE O SINAL ATUE COMO UM SINDICATO CONSISTENTE E VALIDANDO SUAS AÇÕES COM A CATEGORIA.

JUSTIFICATIVA:

Sindicato no BCB não pode ter por objetivo DERROTAR O GOVERNO.

Sindicato do BCB deve ter por objetivo ATENDER REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA

Quem quer transformar o Sinal em INSTRUMENTO para DERROTAR GOVERNO deve ser considerado &quot;ALOPRADO&quot; que só quer USAR A CATEGORIA para atender à sua agenda política própria, alheia à categoria.

Defendo um Sindicato CONSISTENTE, que atue VALIDADO pela categoria.

Negociando com o Governo sempre, confrontando quando necessário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PROPOSTA URGENTE:</p>
<p>QUE O SINAL ATUE COMO UM SINDICATO CONSISTENTE E VALIDANDO SUAS AÇÕES COM A CATEGORIA.</p>
<p>JUSTIFICATIVA:</p>
<p>Sindicato no BCB não pode ter por objetivo DERROTAR O GOVERNO.</p>
<p>Sindicato do BCB deve ter por objetivo ATENDER REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA</p>
<p>Quem quer transformar o Sinal em INSTRUMENTO para DERROTAR GOVERNO deve ser considerado &#8220;ALOPRADO&#8221; que só quer USAR A CATEGORIA para atender à sua agenda política própria, alheia à categoria.</p>
<p>Defendo um Sindicato CONSISTENTE, que atue VALIDADO pela categoria.</p>
<p>Negociando com o Governo sempre, confrontando quando necessário.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcio Antonio Estrela</title>
		<link>https://www.sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-307</link>
		<dc:creator>Marcio Antonio Estrela</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 21:13:47 +0000</pubDate>
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		<description>PROPOSTA:

QUE O SINAL ATUE COMO UM SINDICATO CONSISTENTE E VALIDANDO SUAS AÇÕES COM A CATEGORIA.

JUSTIFICATIVA:

Sindicato no BCB não pode ter por objetivo DERROTAR O GOVERNO.

Sindicato do BCB deve ter por objetivo ATENDER REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA

Quem quer transformar o Sinal em INSTRUMENTO para DERROTAR GOVERNO deve ser considerado &quot;ALOPRADO&quot; que só quer USAR A CATEGORIA para atender à sua agenda política própria, alheia à categoria.

Defendo um Sindicato CONSISTENTE, que atue VALIDADO pela categoria.

Negociando com o Governo sempre, confrontando quando necessário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PROPOSTA:</p>
<p>QUE O SINAL ATUE COMO UM SINDICATO CONSISTENTE E VALIDANDO SUAS AÇÕES COM A CATEGORIA.</p>
<p>JUSTIFICATIVA:</p>
<p>Sindicato no BCB não pode ter por objetivo DERROTAR O GOVERNO.</p>
<p>Sindicato do BCB deve ter por objetivo ATENDER REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA</p>
<p>Quem quer transformar o Sinal em INSTRUMENTO para DERROTAR GOVERNO deve ser considerado &#8220;ALOPRADO&#8221; que só quer USAR A CATEGORIA para atender à sua agenda política própria, alheia à categoria.</p>
<p>Defendo um Sindicato CONSISTENTE, que atue VALIDADO pela categoria.</p>
<p>Negociando com o Governo sempre, confrontando quando necessário.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcio Antonio Estrela</title>
		<link>https://www.sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-302</link>
		<dc:creator>Marcio Antonio Estrela</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 20:52:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-302</guid>
		<description>PROPONHO A REALIZAÇÃO DE VOTAÇÃO ELETRÔNICA A TODA A CATEGORIA SOBRE A PROPOSTA OFICIAL DE REAJUSTE DE 3 PARCELAS DE 5%</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PROPONHO A REALIZAÇÃO DE VOTAÇÃO ELETRÔNICA A TODA A CATEGORIA SOBRE A PROPOSTA OFICIAL DE REAJUSTE DE 3 PARCELAS DE 5%</p>
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	<item>
		<title>Por: Cleide Martins Silva</title>
		<link>https://www.sinal.org.br/and/2012/?p=190#comment-301</link>
		<dc:creator>Cleide Martins Silva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 19:59:06 +0000</pubDate>
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		<description>Ramiro,
penso que será importante incorporar ao debate sobre o tema redução da jornada de trabalho para 7 horas os textos publicados na intranet em &quot;Comunidades abertas&quot;/&quot;Programa QGT&quot;.
A ideia é boa.
Abs.,
Cleide</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ramiro,<br />
penso que será importante incorporar ao debate sobre o tema redução da jornada de trabalho para 7 horas os textos publicados na intranet em &#8220;Comunidades abertas&#8221;/&#8221;Programa QGT&#8221;.<br />
A ideia é boa.<br />
Abs.,<br />
Cleide</p>
]]></content:encoded>
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